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Alan Ebringer

Os últimos meses do ano 2oo7 foram, sem dúvida, os piores da minha vida. As dores aumentavam a cada dia que passava. Ao ver como a minha situação de saúde se agravava, o meu marido voltou a falar-me da dieta que fez e que curou a sua doença. Uma vez que a Doença de Cronh é uma das doenças associadas à EA, poderia resultar comigo, também.

Resolvi pesquisar na Internet, em cada momento que me sentia um pouco melhor. E, eis que descobri uma dieta completamente dirigida para a Espondilite Anquilosante!

Sites, blogs, fóruns… espanhóis, franceses, ingleses, americanos… mas, será que só em Portugal, nunca se ouviu falar nesta dieta? Quando eu fui diagnosticada, procurei tudo o que o poderia ajudar a melhorar esta doença e não encontrei nada.

Agora, só encontro testemunhos que contam como esta dieta, aliada com outras terapias, tem mudado a vida de tantas pessoas! “Nunca procuraste em sites estrangeiros” – disse o meu marido. É verdade… até agora, ainda não encontrei um português que conhecesse esta dieta!

Foi aqui que encontrei grande parte da informação que me faltava.

Descobri o famoso bacilo Klebsiella Pneumoniae e a sua relação com o gene HLA-B27 … mas como é que nunca ninguém me falou disto? Eu não fazia a mínima ideia que tal existia! Mas, se nem sequer se deram ao trabalho de me avisar sobre a importância do exercício físico, na prevenção da anquilose precoce…

Depressa encontrei Alan Ebringer – Professor de Imunologia no King’s College University of London; Consultor Honorário em Reumatologia na Escola de Medicina de Middlesex Hospital; Consultor de Doenças Auto-imunes no Instituto Nacional da Saúde, Washington – e a sua teoria do mimetismo molecular. Li tudo o que encontrei sobre a sua teoria.

Na internet encontrei muitos artigos sobre o seu trabalho e até encontrar The IBS Low Starch Diet, de Carol Sinclair foi um instante.

No seu site , encontrei informação suficiente para querer adquiri-lo. Aprendi imenso com este livro, coloquei em pratica e, depois de um mês e vinte um dias, já sinto menos dores, mais flexibilidade e amplitude de movimentos.

Juntamente com os exercícios físicosobrigatórios! – sinto bem melhor.

Agora, é continuar: a dieta, o exercício físico…

Finalmente, há uma esperança!